Bem-vindos ao Impérios Rex e Lady Marian!

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Este site foi criado objetivando trazer um pouco de entretenimento, ao meu ver, saudável, pelo menos pra mim, que gosto de escrever, ler e comentar, e a partir daí gerar discussões sobre os temas quadrinhos, cinema, seriados de TV e até pequenos textos, que poderão agradar a alguns e desagradar a outros tantos. Sem fins lucrativos, apenas mera distração inconsequente. Pode parecer similar a outros já existentes, mas perceberão com o tempo um diferencial agradável. Enfim, vamos entrar no espaço do Impérios Rex e Lady Marian. Sejam realmente bem-vindos! Este espaço é para todos!
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sábado, 17 de junho de 2017




MORRE ADAM WEST, O BATMAN DA SÉRIE DE TV DOS ANOS 60






Ahh, como eu me lembro daquele distante ano de 1975, quando ao sair do colégio, por volta das 17 hrs (5 da tarde), eu descia a Rua da Bahia, com meus amigos, com uma certa pressa, pois se eu conseguisse chegar em casa até as 17:30, (o que normalmente era impossível), eu poderia ver na TV um dos meus seriados favoritos naquela época, "Batman".  Pow. Sok, Spown, Toonnn, e outras onomatopeias faziam parte daquela preciosidade televisiva. Quanta saudade. Mesma Bat-hora, mesmo Bat-canal. Vilões caricatos, bizarros, e terrivelmente inocentes. Uma época realmente inesquecível.


Batman e Robin a bordo do Batmóvel

E para tristeza de uma infinidade de fãs saudosistas, uma grande perda, mais uma. Adam West, de 88 anos, o eterno Batman/Bruce Wayne, faleceu quinta feira (dia 15/06/2017) à noite, em decorrência de uma leucemia. O anúncio da morte foi publicado por familiares, no perfil oficial do ator no Twitter. West  interpretou o herói Batman na série da emissora ABC, exibida originalmente entre 1966 e 1968. No primeiro ano de transmissão, a série fez um sucesso estrondoso e foi indicada ao Emmy. West é o responsável por eternizar o bordão do “na mesma bat-hora, no mesmo bat-canal”. Ele é uma das faces mais famosas de Batman e ficou conhecido por atribuir um ar cômico ao personagem.


AdamWest e Burt Ward

Adam West e Ivone Craig

Por mais que tenha despontado no indicado ao Oscar "O Moço da Filadelphia", foi na TV que West encontrou a fama. Seu Batman ficou marcado pelo tom bem-humorado e kitsch, com vilões exagerados e onomatopeias visuais ressaltando as batalhas enfrentadas pelo super-herói - isso sem falar de uma certa barriguinha no Homem-Morcego. Além das três temporadas, West ainda estrelou um longa-metragem sob o manto do herói: Batman, O Homem Morcego.


Batman (Adam West) e Mulher Gato (Julie Newmar)

Antes de estrelar como o herói morcego, West atuou em filmes como Voodoo Island (1957). Geronimo (1962), Robinson Crusoé em Marte (1964) e Os Três Patetas – Reis do Faroeste (1965). Depois, dedicou-se exclusivamente à atuação como Batman. Porém, após três temporadas, a audiência da série caiu e os produtores decidiram descontinuá-la. West fez alguns filmes de pouco sucesso nos anos seguintes, e voltou para as séries como dublador. Deu voz a personagens nos desenhos Os Simpsons, Padrinhos Mágicos e Uma Família da Pesada.

O Trio Dinâmico

West deu voz ao personagem Batman em um novo desenho da DC/Warner


Para sempre um héroi











quarta-feira, 9 de novembro de 2016

NOVA PRODUÇÃO DA HBO


WESTWORLD


Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o velho oeste, povoado por androides  -  os anfitriões - , programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins). para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes, ou convidados,  podem fazer o que quiserem, matando caubóis ou estuprando mocinhas, sem obedecerem a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”. Entre os residentes do parque, está Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood), programada para ser a típica garota da fazenda, que está prestes a descobrir que toda a sua existência não passa de bem arquitetada mentira. É difícil distinguir quem é real de quem é de mentira e qual é a função de cada personagem na trama. Entender então, já é outra história. Produção de ficção cientifíca, thriller e ação, esta série da HBO. Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, é inspirada no filme homônimo de  l973, (Westworld, Onde Ninguém tem Alma), que foi escrito e dirigido pelo escritor Michael Crichton.


 Palpites sobre as tramas de Westworld



Homem de Preto = William

Aparentemente há duas linhas de tempo, com uma distância de 30 anos entre elas. O quinto episódio, mostrou duas cenas que corroboram com essa hipótese. Numa delas, protagonizada pelo Homem de Preto (Ed Harris), o robô interpretado por Clifton Collins Jr. é chamado de Lawrence. Quando eles se encontraram no começo da trama, o pistoleiro ficou feliz ao revê-lo no parque
No mesmo episódio, Collins também contracenou com William (Jimmi Simpson), na pele do personagem El Lazo, chefe de um bando. Isso indica que a história de William acontece no passado e que ele hoje é o Homem de Preto.





Na primeira cena de William em Westworld, a câmera focou em um logotipo do parque diferente do apresentado quando o Homem de Preto surgiu pela primeira vez. A mudança de logomarca teria ocorrido logo após o complexo passar por uma reformulação total, no qual cenários importantes foram excluídos, como a igreja e o cemitério.
O misterioso labirinto a que se referem os personagens, principalmente o Homem de Preto, seria um tipo de fase mais complexa a ser resolvida em Westworld, originalmente criada para os robôs (anfitriões) e não para os humanos (convidados). O Homem de Preto fica obcecado pelo desafio e quer completá-lo. William/Homem de Preto, teria experimentado todas as histórias do parque, restando apenas essa.
William entrou no parque pela primeira vez escolhendo viver um papel de bonzinho (optou pelo chapéu branco). Algo ocorreu para que ele virasse o bandido sanguinário Homem de Preto. 





Bernard = Arnold

Um nome que deixa o telespectador perdido é Arnold, que nunca aparece. Quem é ele? Um dos criadores do empreendimento, ao lado de Ford (Anthony Hopkins). Eles passaram cinco anos desenvolvendo todos os mecanismos do mundo de Westworld. A especialidade de Arnold era a Inteligência Artificial (IA). Os dois teriam se desentendido, e Arnold implementou nos robôs uma IA próxima da consciência humana. O labirinto seria uma maneira de autodescoberta para os anfitriões. Isso levaria o empreendimento à falência e à destruição.
Dolores (Evan Rachel Wood) foi uma criação de Arnold. Ela seria o modelo exemplar de um robô com consciência humana. Dois anos antes de o parque abrir para o público, Arnold morreu. Ainda não se sabe como, mas há três possibilidades: um robô o matou; ele se suicidou; ele foi assassinado por algum dos investidores que descobriram seu plano macabro.
Bernard Lowe (Jeffrey Wright), também especialista em IA, entrou em Westworld duas décadas após sua inauguração. Existe uma hipótese de que, na verdade, Bernard é um robô criado por Ford com a imagem e semelhança do antigo parceiro, Arnold.





O prêmio final

A mocinha Dolores é a grande atração do parque, como se fosse o prêmio final para os convidados. Teddy (James Marsden), o caubói que pega a lata que ela derruba na cidade no início de alguns episódios, é seu protetor. Ele seria o mestre a ser derrotado para se chegar a Dolores e, assim, saber como resolver o labirinto.
Se a hipótese de Bernard ser um clone de Arnold for verdadeira, as interações de Dolores com Bernard/Arnold seriam flashbacks, com ele introduzindo uma consciência na donzela.
É interessante notar que quando Bernard/Arnold está conversando com Dolores, ela sempre está vestida, diferentemente do que ocorre quando Ford interage com ela (Dolores está nua). Arnold sempre faz questão de perguntar para Dolores se ela está mencionando a conversa deles para uma outra pessoa, tentativa de manter em sigilo o seu plano de implantação de IA avançada.


 Esta 1a. temporada de Westworld terá 10 episódios.

quarta-feira, 9 de março de 2016

ARQUIVO X





ARQUIVO X – EU NÃO CONSIGO ACREDITAR MAIS!

Estamos em uma época de vivenciarmos nostalgicamente retornos televisivos. Embora questões meramente mercadológicas estejam em primeiríssimo plano, essas considerações a respeito de ressuscitar seriados encerrados se baseiam sobretudo na ansiedade dos fãs que, por associação, estariam dispostos a tudo para terem um pouco mais de tempo junto dos personagens que amaram tanto. Inserir no mercado atual um pouco do que ficara no passado somente é possível porque o sentimento de apego de um espectador ao que a televisão produz ficou ainda maior conforme o respeito alcançado pelas séries foi aumentando e se tornando essencial para a indústria.
Arquivo X tem uma das bases de fãs mais poderosas do mercado. Desde o último episódio (que agora não é mais o último), lá no início dos anos 2000, a Fox mantém em aberto a possibilidade de retorno através do cinema e da TV. A incursão cinematográfica, entretanto, não foi bem sucedida e sepultou as chances de um terceiro filme após o fiasco de 2008. Ainda assim, sempre falou-se em uma nova tentativa de ressuscitar a trama num formato televisivo. Nem um longa e nem uma temporada inteira, Arquivo X retornou para o que a Fox chamava de “evento” e tinha como missão satisfazer os fãs antigos enquanto angariava novos.
Mulder (David Duchovny) e Scully (Gillian Anderson) foram anunciados para novas aventuras em 2016 e houve uma expectativa imensa acerca do que o criador Chris Carter estava preparando, sobretudo quando também foi anunciado que seriam apenas seis episódios. Os que acompanharam a série sabiam que havia algumas pontas soltas a serem exploradas e que seria a primeira vez desde 2002 que o seriado voltaria a falar de mitologia. Seria a grande oportunidade de corrigir os enganos dos dois últimos anos e de mostrar como os agentes estariam lidando com o mundo contemporâneo. Uma das grandes razões para trazer de volta a série que não terminou bem é dar a ela a chance de um final recomposto. Muito poucos têm a chance e parece absurdo que se possa perdê-la. Bem, a meu ver, Arquivo X perdeu.
Essa curta décima temporada se organizou da seguinte forma: dois episódios mitológicos e quatro do estilo “monstro da semana”. O primeiro e o último tratariam da trama central do seriado, que se apoiava em conspiração alienígena e no paradeiro do filho perdido dos dois protagonistas. Esses dois episódios foram denominados de “My Struggle”, correspondendo cada um à luta interna dos agentes. A estreia focou-se nas lutas pessoais de Mulder e no seu eterno conflito entre acreditar e questionar as evidências de vida alienígena, algo que já vimos acontecer antes, mas que ganhou uma perspectiva interessante e promissora quando esse décimo ano iniciou.
Para compreendermos melhor toda essa dinâmica, precisamos retornar ao quinto ano da série, que fez Mulder duvidar de que os alienígenas realmente existissem. Através de uma boa argumentação, um funcionário do Pentágono revelou para o agente que o governo americano aproveitou a paranoia alienígena de Roswell e lançou uma campanha midiática em torno da existência dos extraterrestres para desviar a atenção da população de coisas mais importantes. O instrumento de manipulação foi ficando refinado à medida que mais mentiras eram produzidas para sustentar a maior delas. A argumentação deixava claro que alienígenas nunca teriam existido e foi apenas uma ficção encomendada.
Posteriormente, Mulder recuperou sua fé, mas agora vimos uma premissa parecida ser oferecida logo na estreia do novo ano. Comprometido com a ideia de modernizar a dramaturgia, Carter mirou nas questões de dominação global e terrorismo, insinuando que a maior conspiração de todas havia passado incólume pelo radar. Segundo o primeiro episódio, os alienígenas sempre teriam existido, mas nunca tiveram interesse em colonização. Ao caírem em Roswell, revelaram tecnologia e material orgânico para que o próprio homem conduzisse os planos de dominação. Assim, os alienígenas seriam apenas um bode expiatório para que o controle fosse exercido pelos próprios habitantes do planeta terra. Seria o terráqueo o verdadeiro colonizador.
A interessante premissa, contudo, precisou ser esquecida por algumas semanas, quando os episódios de “monstro da semana” vieram para dar ao espectador a experiência de reviver uma temporada de Arquivo X no seu sistema clássico. Chris Carter não conseguiu trazer Frank Spotnitz de volta, (grande roteirista de episódios clássicos), mas ainda assim com dois outros roteiristas, conseguiu garantir que o fã mais exigente fosse recompensado em sua espera. Quatro capítulos sem conexão com a trama central foram escritos e produzidos seguindo uma ordem pré-estabelecida; e essa ordem foi trocada pouco antes da temporada começar.
Por todas essas quatro semanas, vimos que a série encontrava dificuldades para contar novas histórias sem livrar-se dos vícios do passado. Em alguma instância, todos esses quatro momentos foram apoiados em detalhes que já tinham passado pela vida útil da série. Esse era o sintoma de um problema maior, mas que só ficou evidente no episódio final, quando as dificuldades de Carter no exercício de sustentar a importância de seu produto acabaram falhando por arrogância e falta de visão.
Ao chegarmos no final, a expectativa era de ver impressas nesse episódio mitológico as premissas que abriram os trabalhos da temporada. O primeiro roteiro do ano oferecera várias boas condições para que uma investida dos protagonistas dentro da conspiração governamental tivesse uma natureza nunca explorada. É claro que ter evidências de tecnologia alienígena sendo usada para perpetuar um vilanismo extraterreno que mascarasse as ações colonizadoras iniciadas na própria Terra, deixou o caminho aberto para investimentos novos. Porém, o segundo “My Struggle” foi tomado de verborragia e de incoerências que feriram mais um pouco a trajetória da série. Carter resolveu ir para o mesmo lugar de onde sempre volta. Seu fetiche pelo argumento do DNA, da vacina, do vírus, do híbrido, assola os Arquivos X há muito tempo. Foi com muito pesar que vimos se desenrolar uma trama rebuscada envolvendo um vírus que atacou a humanidade e uma busca por uma cura que se resolve em uma tarde, sem problemas. Foi com desconfiança que vimos o roteiro privilegiar as mesmas justificativas e saídas fáceis que já tinham condenado a série antes e que estavam condenando agora.
Quase não tivemos Skinner (Mitch Pillegi) e a volta do Canceroso (William B. Davis) está entre as decisões mais equivocadas desse retorno. Nem mesmo uma ponte entre a primeira mitologia (situada entre a primeira e a sexta temporadas) e o atual estado de poder do dito, nós vimos. É claro que se os alienígenas nunca estiveram interessados em colonizar, precisaria haver uma ligação entre os atuais eventos e os eventos passados. Algo que justificasse a posição do Canceroso nos planos. Talvez, inclusive, a presença dele na série só não seja tão grave quanto o retorno de Monica Reyes (Annabeth Gish), que foi inexplicavelmente justificado com um ato de covardia que não tem a menor coerência com o que sabemos dela.
O resultado final foi ambíguo. O envolvimento pessoal de alguns com a série acaba tornando esse retorno válido de muitas formas. Ainda tivemos boas cenas, bons momentos, tivemos Gillian Anderson provando como é boa atriz e vimos com orgulho alguns sinais de amadurecimento escondidos nos cantos. Visto que uma nova temporada seja muito possível por conta da audiência, o imenso gancho deixado em aberto no final ainda pode ser resolvido. O grande problema, contudo, é que Arquivo X não parece confortável com seu compromisso de acabar, e agoniza retornos que lhe garantam uma despedida digna. Infelizmente, não foi desta vez. Se a verdade continua lá fora, Chris Carter está procurando nos lugares errados.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

VOCÊ SE LEMBRA DESTE?




A Equipe completa de Anjos da lei


Quem se lembra de “Anjos da Lei” (21 Jump Street)? Um seriado policial que chegou ao Brasil no ano de 1988 pela Rede Globo nas manhãs de Domingo. Produzido entre 1987 e 1991 em 5 temporadas num total de 103 episódios,  a série drama policial foi criada por Patrick Hasburgh e Stephen J. Cannell, e estrelada por ninguém menos que Johnny Depp, alcançando logo de imediato um enorme sucesso. A história de Anjos da Lei, era baseada em jovens policiais que se passavam por alunos de colégios secundaristas. Ao receberem alguma informação de que algum jovem ou jovens estavam cometendo alguma infração, eles se aproximavam para iniciar uma investigação e intervir se fosse necessário, para que esse jovem não se tornasse um adulto criminoso e cruel para a sociedade. Esta série teve como base um programa real existente no Departamento de Polícia dos Estados Unidos, onde jovens universitários são recrutados para combater a criminalidade em grandes centros urbanos. 


 
Tom Hanson (Johnny Depp)


A série foi toda rodada no Canadá, devido ao seu baixo custo de produção e foi um trampolim para a carreira de Johnny Depp e também exerceu uma grande influência na cultura dos adolescentes dos anos 80. Ela mostrava um outro lado, diferente das representações de um mundo rico e fascinante da vida dos adolescentes da alta classe americana que era visto em Beverly Hills 90210 (Barrados no Baile). Em contrapartida, em Anjos da Lei, os agentes lutavam para proteger jovens das influências corruptas, no submundo da criminalidade. A série reluzia as controvérsias, sem recusar a apresentar as coisas sérias , às vezes com um material sem sabor. Mas nunca de uma maneira exploratória e sempre trazendo uma mensagem moral implícita. Sua sede para as operações acontecia numa igreja abandonada, na 21 Jump Street (de onde surgiu o título original do seriado), também conhecida como “A Capela”  (The Chapel). Ali eles se reuniam, arquitetavam os planos, distribuíam tarefas e também decidiam qual o melhor caminho no combate aos crimes.Os episódios sempre partiam de um esforço em conjunto, contudo Tom Hanson (Johnny Depp), sempre era o centro das atenções. Ele também era emocionalmente mais acessível e o que mais sofria pelos traumas. Todos os policiais da Jump Street enfrentavam assuntos oportunos, como abuso de drogas, suicídio, aborto, AIDS, racismo, violência racial, estupro, gravidez de adolescentes, exploração sexual, etc. Eles também enfrentavam diretamente os problemas relacionados aos seus trabalhos ou as suas vidas pessoais. Hanson teve crises múltiplas de consciência, como por exemplo saber se sua decisão foi boa e se ele estava sendo um bom policial. Com a evolução das temporadas, os episódios passaram a focalizar mais firmemente um ou dois personagens, enquanto omitia os outros, e também mais interessada com seus problemas individuais. Em um episódio Hanson foi posto numa prisão por atirar em um policial corrupto, o que deixou-o severamente desiludido com seu trabalho. Penhall casou-se com uma mulher salvadorenha que fora deportada e depois assassinada, Loki quase morreu e passou um bom tempo em coma e foi ficando viciado em remédios contra a dor, durante sua recuperação. Hoffs foi estuprada, quando cuidava de um caso. Ao término da 4ª temporada, o time da Jump Street estava quase todo deteriorado, numa coleção de pessoas isoladas e infelizes por ter sofrido algum tipo de trauma em suas missões. Johnny Depp e Dustin Nguyen (Loki) deixaram a série ao fim da 4ª temporada e outros entraram em suas substituições, mas sem o mesmo carisma. Não houve nenhuma explicação, nenhuma palavra sobre o que havia ocorrido, o que aconteceu com os dois personagens . A baixa audiência da 5ª temporada, decretou o encerramento de Anjos da Lei. Deixou saudades. 



Um time bem eterogêneo

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A VERDADE AINDA ESTÁ LÁ FORA







Em um festival de saudosismo, Mad Max voltou, Star Wars também, Indiana Jones vai voltar, então porque não o fenômeno Arquivo X (X-Files). Sim, os agentes especiais do FBI, Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson), estão de volta, 13 anos após o último episódio da 9a temporada, no que diz seu produtor Chris Carter, em uma mini-série de 06 episódios. Criador de "Arquivo X", Chris Carter afirmou que o conceito da série foi expandido para além de investigação de casos sobre extraterrestres e atividades paranormais. Foram incluídos agora,  também temas atuais nos Estados Unidos, como vídeos de monitoramento, cidades sendo espiadas e governos vaidosos. Os nossos agentes estarão investigando uma perigosa conspiração organizada por um rico indivíduo que pode ou não estar tentando dominar tecnologia alienígena.


Duchovny e Gilliam em foto da 1a. Temporada - 1992

Arquivo X teve originalmente 09 temporadas, entre 1992 e 2002, e 02 filmes produzidos especialmente para o cinema, Arquivo X - O Filme (1998) e Arquivo X - Eu Quero Acreditar (2008). As nove temporadas originais da série foram um sucesso mundial de audiência e crítica, e conquistaram vários prêmios Emmy e Globo de Ouro. Segundo Carter, se for novamente um sucesso, novos episódios serão produzidos. Os dois primeiros episódios são bons, o terceiro bem fraco, vamos aguardar os seguintes pra sabermos se Arquivo X resiste ao século XXI. Em tempo, também estão de volta o diretor assistente do FBI, Walter Skinner, (Mitch Pileggi), severo, porém leal à dupla de agentes, e o vilão,  O Canceroso, (William B. Davis). Os agentes John Doggett (Robert Patrick) e Monica Reyes (Annabeth Gish), introduzidos na oitava temporada, também estão previstos para voltar.


        















Scully e Mulder, o reencontro



Eles estão de volta



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

MORRE A BATGIRL



YVONE CRAIG -  SANTA PERDA BATMAN!




Morreu aos 78 anos, nesta Segunda Feira, dia 17 de Agosto, vitima de cancer de mama, em sua casa no estado da California, a atriz Yvone Craig, a eterna BatGirl, do seriado Batman, dos anos 60.
Yvone começou sua carreira no The Ballet Russe de Monte Carlo e, como uma dançarina treinada, era capaz de realizar suas próprias cenas de ação ao lado de Adam West (Batman). Ela também participou de Star Trek (Jornada nas Estrêlas), em um episódio da 3a. Temporada, como Martha, uma escrava de Orion que tenta seduzir e martar o capitão Kirk. Também estrelou 2 filmes ao lado de Elvis Presley, (Loiras, Morenas e Ruivas e Com Caipira não se brinca).
Entretanto, seu papel mais marcante será sempre lembrado como a bibliotecária Barbara Gordon, a filha do Comissário Gordon, e sua identidade secreta de BatGirl. Ela entrou no seriado do Batman em 1967, durante a 3a e última temporada do programa. No início, a atriz achou que seu papel não chamaria muita atenção, mas sua interpretação rendeu constantes elogios e agora ela é vista como a melhor BatGirl.