Bem-vindos ao Impérios Rex e Lady Marian!

Bem-vinvos ao Impérios Rex e Lady Marian!


Este site foi criado objetivando trazer um pouco de entretenimento, ao meu ver, saudável, pelo menos pra mim, que gosto de escrever, ler e comentar, e a partir daí gerar discussões sobre os temas quadrinhos, cinema, seriados de TV e até pequenos textos, que poderão agradar a alguns e desagradar a outros tantos. Sem fins lucrativos, apenas mera distração inconsequente. Pode parecer similar a outros já existentes, mas perceberão com o tempo um diferencial agradável. Enfim, vamos entrar no espaço do Impérios Rex e Lady Marian. Sejam realmente bem-vindos! Este espaço é para todos!

domingo, 4 de setembro de 2016

COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ




COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ 



Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.





O filme "Como eu era antes de você", estrelado por Emilia Clark, como já lemos acima, conta a historia de uma jovem alegre que acredita que o amor é a chave para resolver todos os problemas da vida e de Will, que se transformou em uma pessoa depressiva e mau humorada que não vê nenhum sentido na vida após um acidente que o deixou sem os movimentos do pescoço para baixo.
É com a chegada de Louise Clark em sua vida para trabalhar como cuidadora  que tudo muda e Will volta a sorrir, pois é quando estes dois mundos se encontram e se confrontam que nasce uma identificação mutua entre eles, mesmo nas diferenças. Adaptação do livro de Jojo Moyses tornou-se um sucesso de bilheteria e emocionou muita gente, não só pelo enredo da historia, mas pelas lições que o filme passa. 

A nossa sociedade costuma impor limites e crenças às pessoas que acabam acreditando que não são capazes de realizar qrandes feitos. Ideia completamente errada, pois com força de vontade somos mais capazes do que imaginamos. Muitas pessoas se contentam com aquilo que lhes foi ofertado e por mais que tenham uma postura otimista diante da vida permanecem estagnadas, (se liga gordo, diria o Zé), então é preciso sair da zona de conforto e dar um novo sentido à sua vida buscando aquilo que realmente faz o seu coração bater mais forte. 
Em uma passagem do filme, Lou é aconselhada pelo seu pai que diz a ela que não podemos mudar as pessoas, e apenas amá-las, e isso é uma grande verdade. As pessoas possuem o livre arbítrio para tomar as próprias decisões e se realmente as amamos podemos apenas aceitá-las e acatar as suas escolhas. Ou não aceitar e seguir em frente, pois as pessoas apenas mudam quando sentem a necessidade de mudar  e não podemos influenciar nisso. As pessoas entram e saem da nossa vida constantemente, mas algumas delas nos marcam para sempre. Essas pessoas nos transformam de dentro para fora, pois tocam fundo em nossos pontos mais fracos e potencializam nossos pontos mais fortes, nos estimulando a pensar fora da caixa e nos fazer enxergar o mundo com outros olhos, (conheço uma pessoa assim, extraordinária). 
A personagem Louisa Clark está sempre sorrindo e isso faz com que o mundo a sua volta seja sempre colorido, o que acaba transformando também as pessoas com o seu alto astral. O sorriso revigora, não tem contradições, faz bem para quem dá e quem recebe. O amor está nas diferenças, pois enxergamos nelas os nossos próprios defeitos e podemos então nos transformar em pessoas melhores, porém respeitando as escolhas e limitações do outro. Quando amamos, nos doamos um pouco de nós para o outro e vice-versa, nos tornando assim uma fusão das melhores partes de cada um e levamos essa parte conosco para o resto de nossas vidas e é assim que o amor perdura. Não importa aonde vamos e com quem estamos esse amor ainda viverá eternamente em nosso ser. 

Nós somos como crianças descobrindo o mundo e estamos em constante aprendizado, somos passíveis de erros e acertos a todo o momento e são os erros do nosso passado que nos fazem aprender as lições mais valiosas em nossa vida. Portando, os erros do passado não nos definem, apenas são parte da nossa história e do que somos hoje.

Muita pipoca e muito lenço para as lágrimas e bom cinema.











domingo, 22 de maio de 2016

ÀS VEZES PRECISO




ÀS VEZES PRECISO

Às vezes preciso destravar as portas, 
abrir todas as janelas, 
deixar o vento entrar, 
soltar os cintos de insegurança e decolar para assistir à terra de luneta, 
comer pipoca sentado na lua, 
escorregar pelas pontas das estrêlas, 
dançar no ventre das nuvens, 
sonhar em outros planetas...
e dar muitas risadas com os cometas...
às vezes preciso ficar só....
Com um papel e uma caneta para colorir o coração 
e colocar mais alegria no viver 
e me encantar com a felicidade 
e não me esquecer dos sonhos!

quarta-feira, 9 de março de 2016

ARQUIVO X





ARQUIVO X – EU NÃO CONSIGO ACREDITAR MAIS!

Estamos em uma época de vivenciarmos nostalgicamente retornos televisivos. Embora questões meramente mercadológicas estejam em primeiríssimo plano, essas considerações a respeito de ressuscitar seriados encerrados se baseiam sobretudo na ansiedade dos fãs que, por associação, estariam dispostos a tudo para terem um pouco mais de tempo junto dos personagens que amaram tanto. Inserir no mercado atual um pouco do que ficara no passado somente é possível porque o sentimento de apego de um espectador ao que a televisão produz ficou ainda maior conforme o respeito alcançado pelas séries foi aumentando e se tornando essencial para a indústria.
Arquivo X tem uma das bases de fãs mais poderosas do mercado. Desde o último episódio (que agora não é mais o último), lá no início dos anos 2000, a Fox mantém em aberto a possibilidade de retorno através do cinema e da TV. A incursão cinematográfica, entretanto, não foi bem sucedida e sepultou as chances de um terceiro filme após o fiasco de 2008. Ainda assim, sempre falou-se em uma nova tentativa de ressuscitar a trama num formato televisivo. Nem um longa e nem uma temporada inteira, Arquivo X retornou para o que a Fox chamava de “evento” e tinha como missão satisfazer os fãs antigos enquanto angariava novos.
Mulder (David Duchovny) e Scully (Gillian Anderson) foram anunciados para novas aventuras em 2016 e houve uma expectativa imensa acerca do que o criador Chris Carter estava preparando, sobretudo quando também foi anunciado que seriam apenas seis episódios. Os que acompanharam a série sabiam que havia algumas pontas soltas a serem exploradas e que seria a primeira vez desde 2002 que o seriado voltaria a falar de mitologia. Seria a grande oportunidade de corrigir os enganos dos dois últimos anos e de mostrar como os agentes estariam lidando com o mundo contemporâneo. Uma das grandes razões para trazer de volta a série que não terminou bem é dar a ela a chance de um final recomposto. Muito poucos têm a chance e parece absurdo que se possa perdê-la. Bem, a meu ver, Arquivo X perdeu.
Essa curta décima temporada se organizou da seguinte forma: dois episódios mitológicos e quatro do estilo “monstro da semana”. O primeiro e o último tratariam da trama central do seriado, que se apoiava em conspiração alienígena e no paradeiro do filho perdido dos dois protagonistas. Esses dois episódios foram denominados de “My Struggle”, correspondendo cada um à luta interna dos agentes. A estreia focou-se nas lutas pessoais de Mulder e no seu eterno conflito entre acreditar e questionar as evidências de vida alienígena, algo que já vimos acontecer antes, mas que ganhou uma perspectiva interessante e promissora quando esse décimo ano iniciou.
Para compreendermos melhor toda essa dinâmica, precisamos retornar ao quinto ano da série, que fez Mulder duvidar de que os alienígenas realmente existissem. Através de uma boa argumentação, um funcionário do Pentágono revelou para o agente que o governo americano aproveitou a paranoia alienígena de Roswell e lançou uma campanha midiática em torno da existência dos extraterrestres para desviar a atenção da população de coisas mais importantes. O instrumento de manipulação foi ficando refinado à medida que mais mentiras eram produzidas para sustentar a maior delas. A argumentação deixava claro que alienígenas nunca teriam existido e foi apenas uma ficção encomendada.
Posteriormente, Mulder recuperou sua fé, mas agora vimos uma premissa parecida ser oferecida logo na estreia do novo ano. Comprometido com a ideia de modernizar a dramaturgia, Carter mirou nas questões de dominação global e terrorismo, insinuando que a maior conspiração de todas havia passado incólume pelo radar. Segundo o primeiro episódio, os alienígenas sempre teriam existido, mas nunca tiveram interesse em colonização. Ao caírem em Roswell, revelaram tecnologia e material orgânico para que o próprio homem conduzisse os planos de dominação. Assim, os alienígenas seriam apenas um bode expiatório para que o controle fosse exercido pelos próprios habitantes do planeta terra. Seria o terráqueo o verdadeiro colonizador.
A interessante premissa, contudo, precisou ser esquecida por algumas semanas, quando os episódios de “monstro da semana” vieram para dar ao espectador a experiência de reviver uma temporada de Arquivo X no seu sistema clássico. Chris Carter não conseguiu trazer Frank Spotnitz de volta, (grande roteirista de episódios clássicos), mas ainda assim com dois outros roteiristas, conseguiu garantir que o fã mais exigente fosse recompensado em sua espera. Quatro capítulos sem conexão com a trama central foram escritos e produzidos seguindo uma ordem pré-estabelecida; e essa ordem foi trocada pouco antes da temporada começar.
Por todas essas quatro semanas, vimos que a série encontrava dificuldades para contar novas histórias sem livrar-se dos vícios do passado. Em alguma instância, todos esses quatro momentos foram apoiados em detalhes que já tinham passado pela vida útil da série. Esse era o sintoma de um problema maior, mas que só ficou evidente no episódio final, quando as dificuldades de Carter no exercício de sustentar a importância de seu produto acabaram falhando por arrogância e falta de visão.
Ao chegarmos no final, a expectativa era de ver impressas nesse episódio mitológico as premissas que abriram os trabalhos da temporada. O primeiro roteiro do ano oferecera várias boas condições para que uma investida dos protagonistas dentro da conspiração governamental tivesse uma natureza nunca explorada. É claro que ter evidências de tecnologia alienígena sendo usada para perpetuar um vilanismo extraterreno que mascarasse as ações colonizadoras iniciadas na própria Terra, deixou o caminho aberto para investimentos novos. Porém, o segundo “My Struggle” foi tomado de verborragia e de incoerências que feriram mais um pouco a trajetória da série. Carter resolveu ir para o mesmo lugar de onde sempre volta. Seu fetiche pelo argumento do DNA, da vacina, do vírus, do híbrido, assola os Arquivos X há muito tempo. Foi com muito pesar que vimos se desenrolar uma trama rebuscada envolvendo um vírus que atacou a humanidade e uma busca por uma cura que se resolve em uma tarde, sem problemas. Foi com desconfiança que vimos o roteiro privilegiar as mesmas justificativas e saídas fáceis que já tinham condenado a série antes e que estavam condenando agora.
Quase não tivemos Skinner (Mitch Pillegi) e a volta do Canceroso (William B. Davis) está entre as decisões mais equivocadas desse retorno. Nem mesmo uma ponte entre a primeira mitologia (situada entre a primeira e a sexta temporadas) e o atual estado de poder do dito, nós vimos. É claro que se os alienígenas nunca estiveram interessados em colonizar, precisaria haver uma ligação entre os atuais eventos e os eventos passados. Algo que justificasse a posição do Canceroso nos planos. Talvez, inclusive, a presença dele na série só não seja tão grave quanto o retorno de Monica Reyes (Annabeth Gish), que foi inexplicavelmente justificado com um ato de covardia que não tem a menor coerência com o que sabemos dela.
O resultado final foi ambíguo. O envolvimento pessoal de alguns com a série acaba tornando esse retorno válido de muitas formas. Ainda tivemos boas cenas, bons momentos, tivemos Gillian Anderson provando como é boa atriz e vimos com orgulho alguns sinais de amadurecimento escondidos nos cantos. Visto que uma nova temporada seja muito possível por conta da audiência, o imenso gancho deixado em aberto no final ainda pode ser resolvido. O grande problema, contudo, é que Arquivo X não parece confortável com seu compromisso de acabar, e agoniza retornos que lhe garantam uma despedida digna. Infelizmente, não foi desta vez. Se a verdade continua lá fora, Chris Carter está procurando nos lugares errados.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

IMPERIUS REX



"IMPERIUS REX" ESTÁ AÍ.


GENE COLAN ESTUPENDO EM A TUMBA DE DRACULA








A Panini Comics lançou o terceiro volume da coleção Márvel Terror - A Tumba de Drácula, e está excelente. The Tomb of Dracula, foi uma série de quadrinhos de terror da Marvel, publicada de Abril de 1972 até Agosto de 1979 em 70 edições. Com roteiros de Gerry Conway, Archie Goodwin e Marv Wolfman, e desenhos em toda a série a cargo de Gene Colan com arte final de Tom Palmer, mostrava o retorno à "vida" do mais  famoso vampiro da história, criação máxima de Bram Stoker. Com um estilo gótico e seu visual elegante e vitoriano, a arte sóbria de Gene Colan cria um ambiente digno do cinema de horror, com seus castelos sinistros e suas belas e voluptuosas donzelas em perigo. Fica a sensação de estar assistindo a um bom filme da produtora inglesa Hammer em seus bons tempos.
Esta série chegou a ser publicada no Brasil, em formatinho em cores, pela Bloch Editores, (A Tumba de Dracula) e pela Editora Abril, (Terror de Dracula), mas nunca foi publicada na integra, e na ordem cronológica correta. O Volume 01 trás historias publicadas em Tomb of Dracula ns 01 à 06 e Dracula Lives no 01, o volume 02 trás as edições originais de 07 à 14 e este terceiro volume trás as ediçoes ns 15 à 21 e a edição nr 15 de Werewolf by Night (um crossover entre Dracula e o Lobisomem). Vale a pena ler e quardar, são edições em formato americano, com 164 páginas em cores, papel off-set, capa plastificada. Serão lançadas ainda edições dedicadas ao Motoqueiro Fantasma e O Lobisomem. É aguardar pra ver, e ler.


VOCÊ SE LEMBRA DESTE?




A Equipe completa de Anjos da lei


Quem se lembra de “Anjos da Lei” (21 Jump Street)? Um seriado policial que chegou ao Brasil no ano de 1988 pela Rede Globo nas manhãs de Domingo. Produzido entre 1987 e 1991 em 5 temporadas num total de 103 episódios,  a série drama policial foi criada por Patrick Hasburgh e Stephen J. Cannell, e estrelada por ninguém menos que Johnny Depp, alcançando logo de imediato um enorme sucesso. A história de Anjos da Lei, era baseada em jovens policiais que se passavam por alunos de colégios secundaristas. Ao receberem alguma informação de que algum jovem ou jovens estavam cometendo alguma infração, eles se aproximavam para iniciar uma investigação e intervir se fosse necessário, para que esse jovem não se tornasse um adulto criminoso e cruel para a sociedade. Esta série teve como base um programa real existente no Departamento de Polícia dos Estados Unidos, onde jovens universitários são recrutados para combater a criminalidade em grandes centros urbanos. 


 
Tom Hanson (Johnny Depp)


A série foi toda rodada no Canadá, devido ao seu baixo custo de produção e foi um trampolim para a carreira de Johnny Depp e também exerceu uma grande influência na cultura dos adolescentes dos anos 80. Ela mostrava um outro lado, diferente das representações de um mundo rico e fascinante da vida dos adolescentes da alta classe americana que era visto em Beverly Hills 90210 (Barrados no Baile). Em contrapartida, em Anjos da Lei, os agentes lutavam para proteger jovens das influências corruptas, no submundo da criminalidade. A série reluzia as controvérsias, sem recusar a apresentar as coisas sérias , às vezes com um material sem sabor. Mas nunca de uma maneira exploratória e sempre trazendo uma mensagem moral implícita. Sua sede para as operações acontecia numa igreja abandonada, na 21 Jump Street (de onde surgiu o título original do seriado), também conhecida como “A Capela”  (The Chapel). Ali eles se reuniam, arquitetavam os planos, distribuíam tarefas e também decidiam qual o melhor caminho no combate aos crimes.Os episódios sempre partiam de um esforço em conjunto, contudo Tom Hanson (Johnny Depp), sempre era o centro das atenções. Ele também era emocionalmente mais acessível e o que mais sofria pelos traumas. Todos os policiais da Jump Street enfrentavam assuntos oportunos, como abuso de drogas, suicídio, aborto, AIDS, racismo, violência racial, estupro, gravidez de adolescentes, exploração sexual, etc. Eles também enfrentavam diretamente os problemas relacionados aos seus trabalhos ou as suas vidas pessoais. Hanson teve crises múltiplas de consciência, como por exemplo saber se sua decisão foi boa e se ele estava sendo um bom policial. Com a evolução das temporadas, os episódios passaram a focalizar mais firmemente um ou dois personagens, enquanto omitia os outros, e também mais interessada com seus problemas individuais. Em um episódio Hanson foi posto numa prisão por atirar em um policial corrupto, o que deixou-o severamente desiludido com seu trabalho. Penhall casou-se com uma mulher salvadorenha que fora deportada e depois assassinada, Loki quase morreu e passou um bom tempo em coma e foi ficando viciado em remédios contra a dor, durante sua recuperação. Hoffs foi estuprada, quando cuidava de um caso. Ao término da 4ª temporada, o time da Jump Street estava quase todo deteriorado, numa coleção de pessoas isoladas e infelizes por ter sofrido algum tipo de trauma em suas missões. Johnny Depp e Dustin Nguyen (Loki) deixaram a série ao fim da 4ª temporada e outros entraram em suas substituições, mas sem o mesmo carisma. Não houve nenhuma explicação, nenhuma palavra sobre o que havia ocorrido, o que aconteceu com os dois personagens . A baixa audiência da 5ª temporada, decretou o encerramento de Anjos da Lei. Deixou saudades. 



Um time bem eterogêneo

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A VERDADE AINDA ESTÁ LÁ FORA







Em um festival de saudosismo, Mad Max voltou, Star Wars também, Indiana Jones vai voltar, então porque não o fenômeno Arquivo X (X-Files). Sim, os agentes especiais do FBI, Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson), estão de volta, 13 anos após o último episódio da 9a temporada, no que diz seu produtor Chris Carter, em uma mini-série de 06 episódios. Criador de "Arquivo X", Chris Carter afirmou que o conceito da série foi expandido para além de investigação de casos sobre extraterrestres e atividades paranormais. Foram incluídos agora,  também temas atuais nos Estados Unidos, como vídeos de monitoramento, cidades sendo espiadas e governos vaidosos. Os nossos agentes estarão investigando uma perigosa conspiração organizada por um rico indivíduo que pode ou não estar tentando dominar tecnologia alienígena.


Duchovny e Gilliam em foto da 1a. Temporada - 1992

Arquivo X teve originalmente 09 temporadas, entre 1992 e 2002, e 02 filmes produzidos especialmente para o cinema, Arquivo X - O Filme (1998) e Arquivo X - Eu Quero Acreditar (2008). As nove temporadas originais da série foram um sucesso mundial de audiência e crítica, e conquistaram vários prêmios Emmy e Globo de Ouro. Segundo Carter, se for novamente um sucesso, novos episódios serão produzidos. Os dois primeiros episódios são bons, o terceiro bem fraco, vamos aguardar os seguintes pra sabermos se Arquivo X resiste ao século XXI. Em tempo, também estão de volta o diretor assistente do FBI, Walter Skinner, (Mitch Pileggi), severo, porém leal à dupla de agentes, e o vilão,  O Canceroso, (William B. Davis). Os agentes John Doggett (Robert Patrick) e Monica Reyes (Annabeth Gish), introduzidos na oitava temporada, também estão previstos para voltar.


        















Scully e Mulder, o reencontro



Eles estão de volta