Bem-vindos ao Impérios Rex e Lady Marian!

Bem-vinvos ao Impérios Rex e Lady Marian!


Este site foi criado objetivando trazer um pouco de entretenimento, ao meu ver, saudável, pelo menos pra mim, que gosto de escrever, ler e comentar, e a partir daí gerar discussões sobre os temas quadrinhos, cinema, seriados de TV e até pequenos textos, que poderão agradar a alguns e desagradar a outros tantos. Sem fins lucrativos, apenas mera distração inconsequente. Pode parecer similar a outros já existentes, mas perceberão com o tempo um diferencial agradável. Enfim, vamos entrar no espaço do Impérios Rex e Lady Marian. Sejam realmente bem-vindos! Este espaço é para todos!

domingo, 2 de julho de 2017

MULHER
Como tu és linda e maravilhosa,
Cheia de beleza e muita sensualidade,
Já amanhece o dia bonita e charmosa,
Sempre esbanjando muita felicidade,

Nasceu para o planeta terra enfeitar,
Sempre mostrando a sua grandeza,
Mostrando onde quer chegar,
Sempre nos brindando com sua beleza,

Ser amável e de muita delicadeza,
Em tudo que faz mostra determinação e sabedoria,
Sempre com o brilho de uma princesa,
Seja a noite ou durante o dia,

Por onde passa tu és cobiçada, desejada,
Muitos balbuciam oferecendo de tudo,
Pelas mãos de Deus foi abençoada,
Para preencher nossos corações com amor profundo.


EU ADORO VOAR


Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada 
e sempre foram e sempre serão especiais para mim.
Não me deem fórmulas certas, 
porque eu não espero acertar.
Não me mostrem o que esperam de mim, 
porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, 
não me convidem a ser igual, 
porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, 
não sei viver de mentiras, 
não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesmo, 
mas com certeza não serei o mesmo para sempre!
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: 
" - E daí? 
Eu adoro voar!"

PASSAGEIROS





 UMA HISTÓRIA DE AMOR QUE VAI LITERALMENTE PARA O ESPAÇO


Jennifer Lawrence (Linda como sempre) e Chris Pratt - Passageiros

Pode um conto de solidão no espaço cativar o público? Acredito que sim; Perdido em Marte de Ridley Scott nos provou isso em 2015. No entanto, em Passageiros, temos um mau aproveitamento dessa premissa para contar uma história de amor no espaço sideral, que também tem seus (muitos) problemas.

O diretor Morten Tyldum (O Jogo da Imitação) desenvolveu o roteiro de Jon Spaihts (A Hora da Escuridão, Prometheus, Doutor Estranho) de modo a casar uma trama sentimental com a ficção científica como pano de fundo, mas não consegue amarrar nem uma coisa nem outra.


Passageiros - Um conto de amor no espaço
A Starship Avalon é uma nave espacial de uma empresa privada que transporta mais de cinco mil pessoas em hibernação numa viagem que dura 120 anos. O destino? Um planeta-colónia chamado Homestead II. Só que uma das câmaras abre-se acidentalmente 90 anos antes da chegada ao destino e o seu inquilino, Jim Preston (Chris Pratt, ator televisivo transformado numa das novas estrelas de Hollywood), um engenheiro mecânico, descobre que não era para ter acordado tão cedo, e que os outros 5.000 passageiros estão em risco.
Um drama de ficção científica cheio de implicações morais e filosóficas.


O elenco inclui, além de Pratt, Jennifer Lawrence, Michael Sheen, Laurence Fishburne e Andy García. 

O filme aborda a evolução da espécie humana, que se expandiu pelo cosmo e colonizou diversos planetas. Como ainda não inventaram uma maneira de mandar as pessoas despertas para seus novos lares, as naves são automatizadas. Todos os humanos a bordo hibernam por décadas, até mesmo séculos até chegarem em seu novo lar.

A Avalon, que aparece no filme é fantástica. Uma cidade automática que funciona como um reloginho, realizando uma viagem de 120 anos para um novo planeta enquanto os passageiros e tripulação dormem. Isto é, até uma série de infortúnios acordarem o engenheiro mecânico Jim Preston e a jornalista Aurora Lane (Jennifer Lawrence, da franquia Jogos Vorazes, X-Men: Apocalipse e Oscar de Melhor Atriz em O Lado Bom da Vida). Qualquer semelhança com a princesa Aurora de A Bela Adormecida não é mera coincidência.

E não há como eles voltarem a hibernar; então estão basicamente condenados a morrer durante a viagem.

O primeiro ato, que explora a solidão que Jim passa a bordo da Avalon (ele vive totalmente sozinho por um ano inteiro), acompanhado apenas dos robôs multifuncionais e de Arthur (Michael Sheen, em uma excelente atuação), um androide que trabalha como bartender e tão somente, visto que ele não possui pernas.
 
Michael Sheen roubando as cenas
Preston se vê com o dilema de que o homem precisa interagir com outros para existir (a teoria aristotélica do animal social) e passa por uma série de dilemas morais até Aurora entrar em cena.
É preciso ser justo em dizer que Jim toma essa decisão, acordar Aurora, momentos
depois de quase cometer suicídio e que isso não lhe dá direito de comprometer a vida de alguém. O roteiro também não passa a mão na cabeça do personagem em momento algum, tanto que Aurora corta relações com o seu “assassino” assim que toma conhecimento da verdade. Quando Laurence Fishburne entra em cena, ele também condena a ação criminosa de Jim, que por sua vez, passa para o espectador todo o remorso pela escolha que fez para salvar a sua vida  Só que essas são discussões que a maioria do público alvo de Passageiros não se preocupa em levantar.
 Aí o fantástico dá lugar a um romance conturbado entre duas pessoas de mundos (no sentido figurado) completamente diferentes: uma garota rica e um operário de classe baixa que evolui para acontecimentos mais drásticos e perturbadores.

No entanto toda a discussão moral do segundo ato é posta de lado em prol da cascata de acontecimentos do terceiro ato, que acontecem num ritmo alucinante e acabam por mascarar todo o conflito entre os personagens. O ator Laurence Fishburne, que faz uma ponta como o oficial Gus Mancuso acaba servindo como uma liga entre os dois, jogando Aurora e Jim em um redemoinho que culmina em um final absurdo, se pararmos para pensar em tudo que os personagens passaram e/ou fizeram um ao outro.

As atenções estarão todas no romance bobinho, nos belos efeitos visuais (a sequência da piscina é uma das mais bonitas e tensas da trama), e no suspense para descobrir o que há de errado com a nave (o que acaba sendo uma justificativa do roteiro para o crime cometido por Jim: o que são duas vidas perdidas quando outras 5 mil são salvas?). O que é uma pena, já que blockbusters sempre são a melhor maneira de discutir essas questões tão sérias e importantes para o bom convívio e respeito entre homens e mulheres.


Assista ao Trailler de Passageiros






sábado, 17 de junho de 2017

Uma lembrança perdida no tempo



MOMENTOS



A felicidade é uma ilusão,
é o produto de nossas ânsias...
Um ponto no tempo, vai assim como veio.
Mas há momentos em que consigo parar o tempo,
Então vivo nestes fragmentos
Eu os retenho dentro de mim...
São momentos únicos que ficarão perdidos
Mas dentro de mim estarão sempre acesos.
Saboreio estes momentos muitas vezes
Me alimento deles
e sinto uma emoção única...
Paro meu tempo, esqueço a rotina
Deixo levar-me pelos meus sonhos
Vôo fundo, sem receios...
(Tenho um amigo que diz bastar um instante,
para que eu decole e voe...)
Deixo esta energia fluir em meu ser
Sinto uma sensação jamais sentida
Realizo-me,
nem que seja por um momento apenas!
A felicidade é uma invenção do homem
para explicar o porquê da vida
Mas eu não sigo estes caminhos
já tão explorados!
Abuso de minha liberdade e construo
meu próprio caminho
Foi assim que encontrei você,
ou será que foi você quem me encontrou?
Não importa...
Quero apenas amar você...








MORRE ADAM WEST, O BATMAN DA SÉRIE DE TV DOS ANOS 60






Ahh, como eu me lembro daquele distante ano de 1975, quando ao sair do colégio, por volta das 17 hrs (5 da tarde), eu descia a Rua da Bahia, com meus amigos, com uma certa pressa, pois se eu conseguisse chegar em casa até as 17:30, (o que normalmente era impossível), eu poderia ver na TV um dos meus seriados favoritos naquela época, "Batman".  Pow. Sok, Spown, Toonnn, e outras onomatopeias faziam parte daquela preciosidade televisiva. Quanta saudade. Mesma Bat-hora, mesmo Bat-canal. Vilões caricatos, bizarros, e terrivelmente inocentes. Uma época realmente inesquecível.


Batman e Robin a bordo do Batmóvel

E para tristeza de uma infinidade de fãs saudosistas, uma grande perda, mais uma. Adam West, de 88 anos, o eterno Batman/Bruce Wayne, faleceu quinta feira (dia 15/06/2017) à noite, em decorrência de uma leucemia. O anúncio da morte foi publicado por familiares, no perfil oficial do ator no Twitter. West  interpretou o herói Batman na série da emissora ABC, exibida originalmente entre 1966 e 1968. No primeiro ano de transmissão, a série fez um sucesso estrondoso e foi indicada ao Emmy. West é o responsável por eternizar o bordão do “na mesma bat-hora, no mesmo bat-canal”. Ele é uma das faces mais famosas de Batman e ficou conhecido por atribuir um ar cômico ao personagem.


AdamWest e Burt Ward

Adam West e Ivone Craig

Por mais que tenha despontado no indicado ao Oscar "O Moço da Filadelphia", foi na TV que West encontrou a fama. Seu Batman ficou marcado pelo tom bem-humorado e kitsch, com vilões exagerados e onomatopeias visuais ressaltando as batalhas enfrentadas pelo super-herói - isso sem falar de uma certa barriguinha no Homem-Morcego. Além das três temporadas, West ainda estrelou um longa-metragem sob o manto do herói: Batman, O Homem Morcego.


Batman (Adam West) e Mulher Gato (Julie Newmar)

Antes de estrelar como o herói morcego, West atuou em filmes como Voodoo Island (1957). Geronimo (1962), Robinson Crusoé em Marte (1964) e Os Três Patetas – Reis do Faroeste (1965). Depois, dedicou-se exclusivamente à atuação como Batman. Porém, após três temporadas, a audiência da série caiu e os produtores decidiram descontinuá-la. West fez alguns filmes de pouco sucesso nos anos seguintes, e voltou para as séries como dublador. Deu voz a personagens nos desenhos Os Simpsons, Padrinhos Mágicos e Uma Família da Pesada.

O Trio Dinâmico

West deu voz ao personagem Batman em um novo desenho da DC/Warner


Para sempre um héroi











sexta-feira, 16 de junho de 2017

" A vida sem amor é como um pássaro sem asas" !



FRAGMENTOS DE AMOR

Fragmentos eternos de um amor perdido, 
como frutos de momentos mal resolvidos, 
guardados em cada coração sofrido, 
que para sempre permanecerão escondidos. 

O que fazer para conseguir reparar, 
aquilo que não dá para esquecer, 
pois para sempre ficaremos a contemplar, 
sabendo que nunca poderemos entender. 

Quanta angústia em cada um de nosso olhar, 
como delírios inconsequentes de nosso viver, 
lembranças que ficaram a nos maltratar, 
como um tempo perdido de cada sofrer. 

Hoje, eu sinto vontade de te beijar, 
como quem junta pedaços de uma paixão, 
retalhos marcados que eu pude encontrar, 
como resgate sereno de um doce coração. 


terça-feira, 21 de março de 2017

08/10/1996




SENSUAL

Sua voz doce 
me deixa tonto
quase a ponto de enlouquecer

Tua boca vermelha
fruta madura
que leva à loucura 
só de olhar
e nem imagine provar

E teu olhar
tal qual seu corpo
são segredos
pra se desvendar
são universos
mares abertos
pra se navegar